Junho 2007:
O verão chegou e os amantes falavam-se todos os dias, ele só queria falar com ela e vice-versa. Falavam de tudo e de todas as maneiras, na maioria do tempo ele nem se lembrava que tinha namorada, a borboleta era tudo o que lhe interessava. Sabiam todos os passos um do outro, eram confidentes, amigos e portadores daquele sentimento que todos procuram mas nem todos encontram.
Estão a perguntar-se porque é que ele não acabava com a namorada e corria para os braços da borboleta? Pois, também ele se perguntava. Que impedimento poderia existir se ambos se amavam? Sinceramente acho que um - fica comigo! - era tudo o que queria ouvir, mas ela nunca foi capaz de o dizer. Estão, também agora, a perguntar-se porque ela nunca o disse? Nem ela sabe! Sente que o quer bem perto, que precisa dele para ser feliz, para se sentir completa mas assim que ele se aproxima, entregando-se de alma e coração, ela fica assustada. Há algo de diferente neste amor, algo irreal que a faz ter medo. Há quem diga que é platónico e que quando se beijarem pela primeira vez a magia acabará...
Toda a gente o criticava, acusavam-no de comodismo e de estar a brincar com os sentimentos de outra pessoa mas, no entanto, ele sempre a fez feliz, realizando as suas vontades, em troca recebia tudo o que precisava: amor, carinho, atenção, dedicação...
Muitos encontros e desencontros existiram nestas duas almas transportadoras de algo tão belo e genuíno, mas desta vez afastaram-se durante tempo suficiente para conseguirem guardar na gavetinha da memória mais profunda as suas recordações. Será que permanecerão lá? Ou será que ao primeiro reencontro tudo mudará?A história de dois amantes afastados pelas circunstâncias da vida, mas unidos pelo coração.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Desencontros
Junho 2007:
O verão chegou e os amantes falavam-se todos os dias, ele só queria falar com ela e vice-versa. Falavam de tudo e de todas as maneiras, na maioria do tempo ele nem se lembrava que tinha namorada, a borboleta era tudo o que lhe interessava. Sabiam todos os passos um do outro, eram confidentes, amigos e portadores daquele sentimento que todos procuram mas nem todos encontram.
Estão a perguntar-se porque é que ele não acabava com a namorada e corria para os braços da borboleta? Pois, também ele se perguntava. Que impedimento poderia existir se ambos se amavam? Sinceramente acho que um - fica comigo! - era tudo o que queria ouvir, mas ela nunca foi capaz de o dizer. Estão, também agora, a perguntar-se porque ela nunca o disse? Nem ela sabe! Sente que o quer bem perto, que precisa dele para ser feliz, para se sentir completa mas assim que ele se aproxima, entregando-se de alma e coração, ela fica assustada. Há algo de diferente neste amor, algo irreal que a faz ter medo. Há quem diga que é platónico e que quando se beijarem pela primeira vez a magia acabará...
Toda a gente o criticava, acusavam-no de comodismo e de estar a brincar com os sentimentos de outra pessoa mas, no entanto, ele sempre a fez feliz, realizando as suas vontades, em troca recebia tudo o que precisava: amor, carinho, atenção, dedicação...
Muitos encontros e desencontros existiram nestas duas almas transportadoras de algo tão belo e genuíno, mas desta vez afastaram-se durante tempo suficiente para conseguirem guardar na gavetinha da memória mais profunda as suas recordações. Será que permanecerão lá? Ou será que ao primeiro reencontro tudo mudará?
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